A empresa que detém os direitos sobre a imagem de Marilyn Monroe está a tentar proibir a realização de um concerto em que se anuncia o recurso a um holograma da actriz. A promotora do espectáculo promete não desistir, até porque acredita ter legitimidade para tal: é proprietária dos direitos sobre ‘Marilyn virtual’. Ou seja, segundo a Digicon Media, que criou o holograma, só a imagem física é propriedade dos herdeiros de Lee Strasberg, a quem Marilyn confiou todos os seus bens quando morreu, em 1962.
A Digicon alega que a imagem virtual de Marilyn Monroe é criação sua, logo, pertence-lhe.
A questão está longe de ser pacífica e se o concerto tiver mesmo lugar, será certamente levada a tribunal.
A Digicon Media está a especializar-se na criação de imagens virtuais de artistas já desaparecidos: primeiro foi Tupac Shakur e, desde então, Freddie Mercury e Michael Jackson.
Recentemente, anunciou-se também a criação de um Elvis Presley virtual.
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