De bórdeis móveis a impostos, países lidam de diferentes maneiras com a prostituição
Jornais locais noticiaram o caso de uma prostituta que atendia num caminhão de cachorro quente, e do dono de uma pizzaria, perto de um estádio de baseball, que explorava as garçonetes, oferecendo para aos clientes, além de fatias de pizza, sexo no banheiro do estabelecimento, entre 2005 e 2012.
Na Europa, onde a venda de sexo é legalizada em alguns países, o relacionamento das mulheres e transexuais com as autoridades que regulam a atividade também muda de lugar para lugar. As maneiras como o governo recolhe impostos das prostitutas e como elas lidam com o local onde oferecem os serviços são bem diferentes das maneiras dos americanos.
Na Alemanha, mulheres têm que comprar tíquetes para trabalhar nas ruas
Na Alemanha, em pelo menos duas cidades os impostos da prostituição servem para ajudar nas contas do governo: Bonn e Dortmund. Na primeira, as profissionais do sexo compram um tíquete numa máquina nas ruas, para apresentar à fiscalização. Em Dortmund, as prostitutas também compram um passe diário para trabalhar. A atividade gera 950 mil dólares de impostos para os cofres da cidade.
Em Lleida, na Catalunha, na Espanha, para evitar os acidentes em vias onde as prostitutas oferecem seus serviços, a polícia determinou que elas têm que usar coletes que, quando iluminados, ficam fluorescentes. Se forem pegas sem o acessório, elas têm que pagar multa equivalente a R$ 120. Resta saber se os clientes acham o acessório sexy.
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