"O regime começou a movimentar o seu arsenal de armas químicas e prepara-se para as utilizar", garantiu à Reuters o general Mustafa Sheikh, que desertou em Janeiro. "Assad quer incendiar o país. O regime não cairá sem provocar um banho de sangue", acrescentou. Recorde-se que, na passada quarta-feira, um atentado bombista em Damasco matou quatro altos responsáveis da segurança do regime – um cunhado de Assad, o ministro da Defesa, o chefe dos serviços de informações e o líder da célula de crise do regime.
Entretanto, no terreno prossegue a ofensiva militar para tentar retomar os bairros da capital que os rebeldes conquistaram nos últimos dias. Segundo a oposição, só desde sexta-feira foram mortas mais de 240 pessoas. Ontem, mais dois generais sírios fugiram para a Turquia, elevando para 24 o número de oficiais de alta patente que desertaram nas últimas semanas.
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