Trata-se de um jovem adulto, alto e magro, com uma longa cabeleira encaracolada parcialmente oculta por um boné, de calções, t-shirt e mochila às costas, em tudo semelhante a qualquer um dos 150 mil israelitas que todos os anos visitam aquela estância do Mar Negro.
O homem, ainda por identificar, entrou no país com uma falsa carta de condução do estado norte-americano do Michigan e deambulou pelo aeroporto durante uma hora até se juntar ao grupo dos 47 passageiros do autocarro que fez explodir.
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