A imagem, reproduzida após dois anos de pesquisa cientifica, apresenta um Bolívar similar ao que se observa nas pinturas, mas com um grande nariz e traços marcados, além dos pequenos olhos de olhar penetrante.
"Aí está seu rosto vivo em nós e conosco", disse Chávez, enquanto a antropóloga legista Lourdes Pérez apresentou uma explicação mais técnica: "Para fazer essa reconstrução essa facial realizamos uma análise antropológica do rosto do Libertador sustentada em parâmetros ontogênicos gerais e particulares, baseados na revisão das características morfológicas presentes nos ossos da face".
Lourdez explicou que a imagem foi alcançada através da técnica craniométrica, que deixa à margem alguns "erros subjetivos". A legista ainda especificou que se usou uma tomografia axial computadorizada realizada no crânio de Bolívar.
Em seu discurso, o chefe de Estado também se referiu à informação oferecida pelo presidente do Instituto Venezuelano de Genealogia, Antonio Vaillant, que assegurou em uma recente entrevista que o candidato presidencial da oposição Henrique Capriles seria descendente de um irmão de Simón Bolívar.
No Twitter, o candidato oposicionista respondeu as afirmações de feitas por Chávez: "A melhor forma de honrar a memória de nosso Libertador Simón Bolívar é solucionando os milhares de problemas dos venezuelanos".
Bolívar contribuiu de maneira decisiva na independência dos territórios que atualmente ocupam Bolívia, Colômbia, Equador, Panamá, Peru e Venezuela.
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