Devido à ofensiva lançada contra esta cidade, os habitantes de Aleppo sofrem com a falta de alimentos de primeira necessidade, lamentou o coronel, que também denunciou a ausência de hospitais e materiais para tratar os feridos. Além da violência, as últimas deserções têm deixado em alerta o regime de Assad, que hoje acusou os "países árabes" de encorajá-las.
Nesta quarta-feira, o embaixador sírio nos Emirados Árabes Unidos, Abdelatif al Dabbagh, abandonou seu cargo e se uniu às fileiras opositoras, assim como sua esposa Lamia al Hariri, que trabalhava como representante diplomática no Chipre.
O conflito cresce a cada dia na Síria independente da presença da missão de observadores UNSMIS e do subsecretário-geral para Operações de Paz da ONU, o franc¿ê Hervé Ladsous.
Ladsous, junto ao novo chefe da UNSMIS, o senegalês Babacar Gaye, se reuniu hoje com o ministro sírio de Reconciliação Nacional, Ali Haidar, em uma nova tentativa para retomar o trabalho do contingente de observadores, que foi reduzido pela metade após a deterioração da segurança no país.
Enquanto isso, a principal coalizão da oposição síria no exílio, o Conselho Nacional Sírio (CNS), reúne-se hoje e amanhã em Doha para efetuar uma reestruturação interna com o objetivo de acolher mais grupos opositores.

As informações são da EFE