Até agora os enfrentamentos e bombardeios obrigaram cerca de 200 mil pessoas a deixarem suas casas na cidade e os arredores, segundo os últimos dados das Nações Unidas. No entanto, na sexta-feira passada, os numerosos atos de violência anteriores à ofensiva militar já tinham levado o Crescente Vermelho suspender certas "operações" em Aleppo por causa do clima de insegurança.
Pelo menos 33 pessoas morreram nesta segunda na Síria, 12 delas em Damasco e seus arredores, e outras nove em Aleppo, de acordo com relatos dos ativistas dos Comitês de Coordenação Local.
O Observatório Sírio de Direitos Humanos também informou sobre a morte de aproximadamente 30 pessoas, nove delas na província de Homs (centro) e cinco na de Deraa (sul). Os combates no bairro de Sahaledín (Aleppo) e na cidade de Tal Abiad, na província de Raqqa, provocaram também a morte de 14 soldados do regime, indicou o Observatório.
Em Tal Abiad, foram registrados graves confrontos entre os leais e os opositores do regime de Assad nos centros de segurança da área, destacaram os ativistas. Já a agência oficial de notícias síria, "Sana", apontou que as tropas sírias fizeram nesta segunda-feira uma batida na província de Deraa, onde encontraram uma célula de homens armados e "causaram grandes perdas aos terroristas".
Estas informações não puderam ser verificadas de forma independente devido às restrições impostas pelas autoridades sírias aos jornalistas para trabalhar.

As informações são da EFE