Segundo o jornal britânico ‘Daily Mirror’, 26 anos, dizia-se profundamento religioso e que havia sido silenciado por Deus.
O deslize foi revelado pela Tribunal de Manchester, onde o júri decidiu que o ex-funcionário actuara por malícia e não por Deus.
Durante o julgamento, Mehat voltou a falar, mas para assumir a autoria do furto ao posto dos correios. Foi condenado a quatro anos de prisão.
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