A intenção do FMI de não libertar mais dinheiro do programa de ajustamento financeiro negociado com Atenas já foi comunicada à União Europeia.
A confirmar-se o fim da participação do FMI nas ajudas financeiras, a única solução para a Grécia será abrir falência, em Setembro, e regressar à antiga moeda, o dracma, situação sem precedentes na zona euro que deverá abalar profundamente a economia helénica, além de afectar os parceiros europeus.
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