"Agora não há discussões sobre reformas políticas, mas sobre transferência de poder", declarou Elaraby numa entrevista publicada no jornal árabe ‘Al--Hayat’. Questionado sobre quanto tempo o regime sobreviverá, Elaraby escusou-se a definir um período, mas sublinhou que o mesmo "não podia continuar por muito tempo".
Ontem, prosseguiam violentos combates em Aleppo, na sequência da ofensiva lançada pelos rebeldes para assumirem o controlo daquela que é a segunda maior cidade do país.
Assad nomeou entretanto o general Ali Mamluk como chefe dos serviços de segurança, substituindo Hisham Ikhtiyar, morto no atentado da semana passada em Damasco.
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