A Coca-Cola foi formalmente expulsa do território e deve encerrar sua operação em dezembro. Já a fast foods anunciou sua falência após “14 anos de tentativas infrutíferas de se instalar na cultura local”.
A decisão “estará em sintonia com o fim do calendário maia e fará parte das celebrações do fim do capitalismo e do início da cultura da vida”, segundo o ministro das Relações Exteriores da Bolívia, David Choquehuanca.
A Bolivia se tornará a segunda nação latino-americana a não possuir unidades do McDonald's (o primeiro é Cuba) e o primeiro país do mundo onde a companhia foi obrigada a fechar por conta de mais de uma década de contabilidade negativa.
No país, rituais gastronômicos que vão desde a decisão do que as famílias irão comer até o preparo conjunto dos alimentos são considerados muito fortes que a cultura do fast food.