"Limpámos todos os bairros de Damasco, de Midane a Mazzé, Qadam, Hajar al Aswad e Tadamoun", afirmou aquele oficial, que não quis ser identificado, numa visita de jornalistas ao bairro de Tadamoun, conquistado hoje segundo ele.
"A situação em Damasco é excelente e estável. Já não estão presentes grupos armados, com a excepção de alguns indivíduos que se deslocam de um local para outro para provar que existem", adiantou.
O general indicou que a operação contra Tadamoun se iniciou na manhã de sexta-feira, "para responder ao pedido da população", e terminou hoje às 14:00 locais (12:00 em Lisboa).
Os rebeldes lançaram a 15 de Julho o ataque para a conquista de Damasco.
O exército sírio bombardeou hoje com intensidade Alepo, a capital económica da Síria, onde os rebeldes tentaram tomar o edifício da televisão estatal, segundo militantes.
O bastião rebelde de Saladino em Alepo foi alvo dos "maiores bombardeamentos desde o início da batalha, mas o exército de (presidente) Bashar (al-Assad) não conseguiu avançar", afirmou à agência France Prece o coronel Abdel Jabbar Oqaidi, chefe do comando militar do Exército Sírio Livre (formado por desertores e civis armados).
Os rebeldes dizem controlar metade da cidade de Alepo.
O Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) informou que hoje foram mortos 28 civis e um rebelde, seis na província de Damasco e 16 em Deir Ezzor (leste).
Segundo o OSDH, Julho foi o mês mais sangrento em 16 meses de revolta, cuja repressão já causou mais de 20 mil mortos na Síria.
Segundo o OSDH, Julho foi o mês mais sangrento em 16 meses de revolta, cuja repressão já causou mais de 20 mil mortos na Síria.
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