Numa conferência de imprensa transmitida pela televisão, o governante referiu que as forças sírias abriram fogo contra um avião que participava nas buscas de um caça abatido na sexta-feira, quando efectuava uma missão de reconhecimento em espaço aéreo internacional.
Arinc não disse se o avião foi atingido, mas adiantou que os sírios só deixaram de disparar depois de uma adverência militar turca.
Arinc comentou ainda o facto dos sírios terem abatido o caça na passada semana, considerando o sucedido como "um acto de grande hostilidade".
"Tomar por alvo um avião desta forma, sem aviso prévio, é um acto de grande hostilidade", afirmou o porta-voz do Governo.
O avião foi abatido "intencionalmente" com recurso a um míssil e não com uma arma anti-aérea como afirma Damasco, acusou Arinc.
"Não há qualquer dúvida de que os sírios tomaram como alvo intencionalmente o nosso avião no espaço aéreo internacional. Os dados que temos mostram que o nosso avião foi atingido por um míssil guiado por laser ou com sensores de calor", declarou.
As buscas para encontrar os dois pilotos do F-4 Phantom abatido na sexta-feira têm prosseguido no Mediterrâneo.
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