O Tribunal de Madrid que julgou o caso do bebé Rayan, como ficou conhecido, e da mãe, Dalilah Mimuni, considerou a enfermeira responsável pelo delito de homicídio negligente grave, impedindo-a de exercer a profissão durante um ano e meio.
Rayan, recorde-se, morreu no dia 12 de Julho de 2009 na unidade de cuidados neonatais do Hospital Gregorio Marañon de Madrid, Espanha, horas depois de a enfermeira lhe ter ministrado leite pela via errada.
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