"Temos de respeitar a decisão de cada país", afirmou a chanceler alemã, cada vez mais pressionada pelo parceiro bávaro da coligação, a CSU, que não quer financiar mais resgates. E acrescentou que a decisão sobre a compra de dívida soberana no mercado secundário pelo futuro fundo de resgate permanente (MEDE) "foi generalizada".
O governo de Madrid reagiu de pronto, com o ministro espanhol da Economia, Luis de Guindos, a recordar que as conclusões da cimeira são adoptadas "por unanimidade", pelo que não podem ser postas em causa. E o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, apoia: "Ninguém pode bloquear decisões tomadas por unanimidade."
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