De acordo com as autoridades, há 20 outros casos confirmados da doença e seis pessoas com suspeita de terem sido infectadas com o vírus.
A ministra de Saúde ugandense, Christine Ondoa, confirmou nesta segunda-feira em coletiva que um de dois pacientes internados na capital morreu por causa da doença. Além disso, Ondoa alertou que o surto havia se estendido a mais regiões em parte em decorrência de "uma detecção tardia".
Segundo o presidente Museveni, sete médicos e 13 enfermeiros estão em quarentena já que começaram a tratar os doentes antes de saber que estavam contagiados pelo ebola e, por isso, não usaram as medidas preventivas adequadas.
Várias equipes médicas do Ministério da Saúde, da Organização Mundial da Saúde e de Centro de Controle de Doenças foram enviadas a Kibale para tentar conter a expansão do surto.
O ebola é uma febre hemorrágica que mata uma grande percentagem dos infectados, atua com rapidez e é transmitida pelo contato. Essa é a quarta ocorrência de ebola em Uganda desde 2000, quando a doença deixou 224 mortos no norte do país. Ao menos 42 morreram em outro surto em 2007, enquanto houve apenas um único caso em 2011.
As informações são do iG