Hillary afirmou que o mundo deveria ter um plano para "o dia em que acabar o derramamento de sangue e começar a transição política", apesar de ter recusado arriscar uma data para a possível queda do regime sírio.
A chefe da diplomacia americana fez essas declarações em Pretória durante uma entrevista coletiva conjunta com a ministra de Relações Internacionais sul-africana, Maite Nkoana-Mashabane, informou a televisão pública do país africano, "SABC".
No segundo dos três dias de visita à África do Sul, Hillary reprovou também a morte de civis no conflito e fez uma advertência a quem quer tirar proveito da violência síria do exterior.
Por sua vez, a ministra sul-africana ressaltou que não se pode permitir que o conflito se transforme em uma guerra sectária, já que "nenhum derramamento de sangue trará a paz".
Apesar das duas representantes tratarem do tema da crise síria, a África do Sul, atualmente membro não-permanente do Conselho de Segurança da ONU, se absteve no mês passado na votação de um projeto de resolução, impulsionado pelos EUA e países europeus, que ameaçava impor sanções ao regime de Assad.
As informações são da EFE
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