De acordo com o ministro, os chechenos eram “agentes operacionais” da Al-Qaeda, enquanto o turco, atuava como “facilitador”. Os explosivos ainda estão sendo testados, porém, segundo Díaz, a polícia acredita que a quantidade era suficiente para “destruir um ônibus”.
O ministro disse que todos os homens resistiram à prisão e ressaltou que a opperação resultou de "uma das maiores investigações realizadas até o momento na Espanha contra a Al-Qaeda".
De acordo com o ministro, um dos supostos terroristas tinha grande experiência na fabricação de explosivos e no uso de ultraleves e aviões teleguiados, além de ter atuado como franco-atirador.
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